O Brasil atingiu, em novembro, a menor taxa de desemprego já registrada pelo IBGE: cerca de 5% da força de trabalho. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mostram que, no trimestre encerrado em novembro, 5,644 milhões de pessoas estavam em busca de trabalho — o menor número de desocupados da série histórica.
O resultado contrasta com o período mais crítico da pandemia, em março de 2021, quando o contingente de desempregados chegou a 14,979 milhões de pessoas.
Ao mesmo tempo, o país registrou um novo recorde de pessoas ocupadas: 103,2 milhões de brasileiros, elevando o nível de ocupação para 59%, também o maior da série.
Os setores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura lideraram o crescimento do rendimento médio mensal real. Na comparação com o mesmo trimestre de 2024, a renda desses trabalhadores aumentou 7,3% — o equivalente a mais de R$ 157 por mês.
Com o impulso do campo, o rendimento médio habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.574, um recorde histórico. A massa de rendimento real habitual também bateu marca inédita, alcançando R$ 363,7 bilhões.
Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária atribuiu os resultados ao dinamismo do setor e às políticas públicas voltadas ao campo.
“Encerramos o ano com mais uma conquista significativa: mais brasileiros e brasileiras empregados, mais renda chegando às famílias do campo e da cidade e mais dignidade para quem vive da agricultura.”
O ministro Carlos Fávaro destacou ainda:
“Esse resultado é fruto do trabalho do Governo do Brasil, da retomada de políticas públicas responsáveis, que valorizam, respeitam e cuidam da nossa gente.”
Os dados reforçam o papel do agro como um dos principais motores atuais da economia, com reflexos diretos sobre emprego, renda e consumo — tanto nas regiões rurais quanto nos centros urbanos.
