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China adota cotas e tarifa adicional de 55% para importação de carne bovina

Medida entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026 por três anos e pode reduzir compras chinesas de carne, com impacto sobre exportadores como o Brasil.

porPedro Costa
janeiro 2, 2026
in EM ALTA, Noticias, Pecuária, SUPER DESTAQUE, TOPO
China adota cotas e tarifa adicional de 55% para importação de carne bovina

Foto: Agência Brasil

A China decidiu impor limites anuais às importações de carne bovina e aplicar uma tarifa adicional de 55% sobre os volumes que excederem essas cotas, em uma tentativa de proteger sua indústria pecuária doméstica, informou o Ministério do Comércio do país.

A nova regra começou a valer em 1º de janeiro de 2026 e terá duração de três anos, com as cotas aumentando gradualmente ao longo do período. A cota total de importação para 2026 foi estabelecida em 2,7 milhões de toneladas, valor próximo ao recorde de importações registrado em 2024, mas abaixo dos níveis observados em 2025 para alguns fornecedores.

O Brasil, maior fornecedor de carne bovina para a China, liderou os embarques em 2024 com cerca de 1,34 milhão de toneladas e manteve esse protagonismo em 2025, com 1,33 milhão de toneladas exportadas até novembro, segundo dados aduaneiros chineses citados pela Reuters. Esses volumes superam a cota definida para o país no próximo ano, o que pode tornar parte dos embarques brasileiros suscetíveis à sobretaxa de 55% se forem mantidos ou ampliados.

Autoridades chinesas justificaram a medida com base em uma investigação que concluiu que o crescimento das importações havia prejudicado seriamente a indústria local de bovinos, que ainda enfrenta desafios de competitividade em relação a países como Brasil e Argentina.

Analistas consultados pela Reuters esperam que as importações chinesas de carne diminuam em 2026 em função dos novos encargos, o que pode reorganizar fluxos comerciais entre os principais exportadores.

O governo brasileiro indicou que pretende dialogar com autoridades chinesas e no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) para mitigar possíveis impactos, enquanto setores da carne apontam para a necessidade de ajustes logísticos e de mercado diante do novo cenário.

Pedro Costa

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